Tempos de Criança

Lhe apresento Nessa, com o peito repleto de energia a correr sozinha ao encontro da lagoa. Lembro como hoje, a água limpa e bela, os pequenos peixes, a dança das árvores, quem sabe retorne para o braços que deixei por perto do pé de cajú. Sombra que delicia, o violão, o vento e o cantar dos amigos… A voz doce pedindo mais uma canção, qual delas? – disse a ela. 
 

São em dias como esses que vejo a importância do sentir… Quisera eu por na janela, ruas, outdoor, o sopro de Deus, percorrendo as árvores e o canto afinado das aves. Por recordar me vem ao peito a alegria, pois foi em um dia como esse que conheci uma grande paixão.


Pés descalços percorrendo o chão batido, no total era 12 pessoas em campo. O brado de alegria ao percorrer com a bola nos pés ao encontro do adversário, com o corpo ângulo, lhe permite completar a jogada. Pois bem, o grupo vibra com a vitória. Hora de dar lugar a outros entrarem na brincadeira.


Meninas a conversar a beira da lagoa, outras em baixo das árvores, quanto a mim? … Hoje não saberia dizer. A quem diga que estive bem, bom é poder compartilhar suor e energia com a mãe terra. Tive o prazer de chegar em casa suado com a unha arrancada por chutar uma pedra em vez da bola. São sinais de tempos que não voltam, transformaram-se em poesia. Percorreram mares, tempos, estações, estados e dores. Hoje as tenho comigo. 
 

Por fim, deixo aqui meu singelo e afetuoso carinho.

Jason Almeida
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